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Se tem uma coisa que podemos observar no Brasil, é o quanto os políticos mudam (de expressão, opinião, caráter, religião) em ano de eleição. Depois de dizer que game traz diversão e lazer mas não é cultura e despertado a ira de empresas, comerciantes e consumidores a “Ministra da Cultura“, Marta Suplicy voltou atrás e afirmou, com todas as letras que “game é cultura”.

O fato ocorreu ontem(27/01/2014), durante a Campus Party 2014, onde a Ministra anunciou um edital que irá  beneficiar empresas de diversas áreas. “A partir de hoje, o Ministério da Cultura está com inscrição aberta ao edital que vai selecionar 52 empreendedores nativos brasileiros para participar do 1º Mercado das Indústrias Culturais do Mercosul (MICSUL), na Argentina”, anunciou a Ministra. “O objetivo desse mercado é estimular os negócios entre empreendedores, empresas de setores criativos, produtores e artistas, e aprofundar o intercâmbio de conhecimento de bens e serviços entre os países da América do Sul”.

Imagem: Reprodução/Blah Cultural

Imagem: Reprodução/Blah Cultural

Até aí tudo bem, mas e o vale-cultura? O pivô da polêmica que envolveu a Ministra não foi mencionado, nem se poderemos enfim, comprar games com ele. Provavelmente não. Então o que vale? Se game é cultura, porque não podemos usá-lo?