Blog Nerd e Geek

Segundas Conspiratórias #16 – Antraz

Leonardo Rigo 24/09/2012 Segundas Conspiratórias Sem Comentários
Segundas Conspiratórias #16 – Antraz

Em outubro de 2001, depois dos devastadores ataques terroristas ao World Trade Center e ao Pentágono, imprensa e autoridades norte-americanas receberam cartas contendo esporos da bactéria antraz.

Os envelopes traziam mensagens (em péssimo inglês) pregando a morte dos infiéis ocidentais e o triunfo do Islã. Mas, segundo a bióloga americana Bárbara Hatch Rosenberg, as cartas não foram enviadas por um terrorista muçulmano, e sim por um cientista dos Estados Unidos que apenas usou os ataques de 11 de setembro de 2001 como cobertura para suas atividades. E, pior ainda, o FBI sabe quem é ele, mas prefere não revelar o nome do culpado.

As mensagens desejavam a morte aos EUA e a Israel | Imagem: Reprodução/mikamienvironmentalblog

Barbara H. Rosenberg | Imagem: Reprodução/ph.ucla.edu

Barbara H. Rosenberg | Imagem: Reprodução/ph.ucla.edu

Bárbara Hatch Rosenberg não é uma paranóica de carteirinha que passa o tempo inventando conspirações. Especialista em Biologia Molecular, a americana é uma das maiores autoridades do mundo em armas biológicas e foi consultora da Casa Branca durante o governo Clinton. Rosenberg afirma que o culpado pelo ataque de antraz é um pesquisador que trabalhava no Instituto Militar de Pesquisas de Doenças Infecciosas de Fort Detrick, em Maryland. Os bioterroristas tinha, segundo ela, dois objetivos bem definidos:

  • Vingar-se do governo americano, seu antigo empregador, pois havia sido demitido alguns meses antes.
  • Provar a um possível novo empregador como é competente na produção e manipulação de armas biológicas.

Ou seja, o ataque com antraz é apenas mais um caso de empregado demitido com raiva do patrão. O vilão, porém, não pode ser preso, pois conhece a fundo segredos militares que, se revelados, deixariam os Estados Unidos numa situação bastante delicada.

Bárbara Hatch Rosenberg não revela que segredos são esses, mas dá uma pista: oficialmente, os Estados Unidos não desenvolvem pesquisas na área de bioarmamentos desde 1972, quando assinou, com diversos outros países, o Tratado de Não-Proliferação de Armas Biológicas. Se alguém levantasse suspeitas sobre a conduta americana, o país teria de abrir seus laboratórios para a inspeção da ONU. Igualzinho ao Iraque na época de Saddam Hussein.

Attention! A coluna Segundas Conspiratórias retrata uma “realidade teórica”. Nenhum dos fatos apresentados foram comprovados. Os mesmos são apenas teorias, por isso não levem nada muito a sério!

Gostou da postagem? Compartilhe!

Sobre o autor

Um cara nerd que adora animes/mangás. Gamer nas horas vagas, estudo, e trabalho como T.I. Rockeiro desde criancinha. Sei lá, foi isso que eu consegui pensar…

UA-35378569-1