Jacques de Molay, cavaleiro e o último grão-mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários. | Imagem: Reprodução/Wikipédia
A Ordem dos Cavaleiros do Templo foi criada em 1118 para proteger as rotas de peregrinação e comércio que ligavam o Reino Cristão de Jerusalém à Europa. Foi o primeiro exército regular e uniformizado a surgir no Ocidente depois do fim do Império Romano.
Apoiados financeiramente pela Igreja, esses monges combatentes viraram ricos proprietários de terra e foram os primeiros banqueiros da cristandade. Chegaram até a inventar uma espécie de “ordem de pagamento”: o peregrino fazia um depósito numa fortaleza templária da Europa e resgatava o dinheiro quando chegava à Terra Santa.
A riqueza da Ordem acabou despertando a cobiça do rei da França, Felipe, o Belo, que acusou os templários de heresia e queimou a maioria dos cavaleiros na sexta-feira 13 de 1307. Mas a inquisição tinha de inventar um bom motivo para o churrasco e, por isso, afirmou que os templários cultuavam um demônio de três cabeças chamado Baphomet. Isso produziu todo tipo de teoria conspiratória. Uma delas é que Baphomet nada mais era que a cabeça embalsamada de Cristo, encontrada pela Ordem nas ruínas do Templo de Salomão. Outra é que os templários teriam descoberto a verdadeira natureza do Santo Graal e, por isso, tiveram de arder na fogueira.
Attention! A coluna Segundas Conspiratórias retrata uma “realidade teórica”. Nenhum dos fatos apresentados foram comprovados. Os mesmos são apenas teorias, por isso não levem nada muito a sério!


















