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Se a Alemanha tivesse vencido a Segunda Guerra Mun­dial, a região francesa da Borgonha seria um país independente: o Estado S.S., sobre o qual nem o Partido Nacional Socialista teria autoridade. O Estado S.S. compreenderia ainda a Picardía, Champagne, Hainaut e Luxemburgo.

Este país, sonhava Heinrich Himmler (1900-1945), seria o berço do Novo Homem. Louis Pauwels e Jacques Bergier (O Despertar dos Mágicos) afirmam que a S.S. não era apenas uma milícia armada do Partido Nazista, mas uma Ordem Negra engajada não em trabalhos políticos ou militares, mas sim em atividades esotéricas.

Organizada em forma de ordem religiosa, a S.S. se dividia, segundo os autores, em aprendi­zes, irmãos e mestres, com uma multiplicidade de círculos concêntricos e misteriosos. Segundo Pauwels-Bergier, tudo o que a S.S. fez desde 1934, quando foi considerada uma organização autônoma independente do Partido Nazista, foi magia negra:

“Já não se trata da Alemanha eterna ou do Estado nacional-socialista, mas da preparação mágica para a vida do homem-deus, do homem-após-homem que as potências enviarão sobre a Terra.”

De fato, Himmler, além de organizar os campos de extermínio nazistas, patrocinava pesquisas sobrenaturais e chegou a financiar uma missão para encontrar o Santo Graal.

A coluna Segundas Conspiratórias retrata uma “realidade teórica”. Nenhum dos fatos apresentados foram comprovados. Os mesmos são apenas teorias, por isso não levem nada muito a sério!