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A descoberta de uma nova ameaça cibernética chamada Gauss reacendeu o alerta sobre o uso de armas digitais em ataques, num movimento chamado de Ciberguerra. Pode se afirmar que Gauss veio da mesma ‘fábrica’ que o Stuxnet, Duqu e o Flame, que apesar de representarem métodos de espionagem cibernética, possuem alvos e objetivos diferentes.

Stuxnet : Detectado em outubro de 2010. Atacou vários sistemas importantes em vários países, mas seu alvo principal era programa nuclear do Irãn. Aproveitava a vulnerabilidade em dispositivos como memórias do tipo flash e impressoras para se infiltrar em sistemas e alterar a velocidade específica das turbinas onde é produzido o urânio.

Duqu: Malware descoberto em outubro do ano passado. Tinha como objetivo acessar informações confidencias e espionagem. Aproveitava a vulnerabilidade em redes locais e dispositivos com conexão USB para se infiltrar em redes e se disseminar.
Flame: Divulgado no fim de maio, mas já atuava desde agosto de 2010. Assim como o Duqu, tinha como objetivo acessar informações confidencias, e espionagem de órgãos governamentais do Irã.

Gauss: Revelado no começo de agosto. Atacou bancos do Oriente Médio, principalmente no Líbano. O obetivo era espionar movimentações financeiras em bancos localizados naquela região. Seu método de ataque ainda é desconhecido.

Apesar de não haver nenhuma informação oficial, sobre a autoria dos ataques, alguns jornais, atribuem aos EUA e a Israel, a criação e o patrocínio das ameças.

Via Terra