Compartilhe!

As criaturas mortas-vivas assombram o imaginário da humanidade há gerações, mas você já se perguntou o que aconteceria conosco se fôssemos atacados por zumbis? Pois um grupo de pesquisadores canadenses não só pensou, como elaborou uma fórmula matemática para isso.

O estudo foi publicado em um livro (Infectious Diseases Modelling Research Progress, da Nova Science Publishers), e é assinado por Philip Munz, Ioan Hudea, Joe Imad e Robert J. Smith?(o ponto de interrogação faz parte do nome dele). Nele, os cientistas da Carleton University e Universidade de Ottawa analisam as chances dos seres humanos na luta contra as criaturas da noite e concluem: somente uma resposta rápida e agressiva poderia nos salvar da dominação total dos zumbis!

As criaturas mortas-vivas assombram o imaginário da humanidade há gerações, mas você já se perguntou o que aconteceria conosco se fôssemos atacados por zumbis? Pois um grupo de pesquisadores canadenses não só pensou, como elaborou uma fórmula matemática para isso.

Tudo começou com um modelo do que os pesquisadores acreditariam representar o ataque, baseado no comportamento dos zumbis em filmes populares como A Noite dos Mortos Vivos e Resident Evil. Em seguida, eles elaboraram um modelo básico da infecção zumbi, partindo do princípio que um morto-vivo transforma um humano em zumbi quando o morde.

A segunda etapa foi introduzir outras variantes, como um possível período de “latência” da “zumbificação”, onde humanos estariam infectados mas ainda não poderiam infectar outros. Depois, foram acrescentadas possíveis quarentenas ou curas. Por fim, os pesquisadores examinaram o impacto da redução do número de zumbis e as condições na quais uma erradicação poderia ocorrer.

Se você chegou até aqui, saiba que esse texto não é uma pegadinha de “primeiro de abril” atrasada. Apesar do bom-humor dos cientistas, trata-se, na verdade, de um estudo matemático para provar que os números são capazes de prever os mais diversos cenários. Os autores sugerem, inclusive, que a análise pode ajudar a prever a disseminação de doenças infecto-contagiosas reais.

O modelo dos zumbis, no entanto, não considera taxas de natalidade e mortalidade, pois supõe que um ataque desse tipo seria rápido, em curto espaço de tempo. Encontrar uma cura para a “zumbizeira” também não ajudaria a humanidade, pois faria com que, no máximo, humanos e zumbis coexistissem (o que não deveria durar muito). Sendo assim, somente seria possível nos livrarmos das criaturas malignas com uma solução drástica: matando-as, todas.

Se você ficou preocupado, calma: os pesquisadores também descrevem as duas únicas maneiras, segundo a crença popular e a cultura pop, capazes de matá-los: cortando a cabeça ou destruindo o cérebro. Então já sabe né!

Via Info Online